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A importância de fazer o exame de ultrassom durante a gravidez

A importância de fazer o exame de ultrassom durante a gravidez

O exame é conhecido por revelar o sexo do bebê. Ansiosas, muitas mães contam os dias para envolver com gel a barriga e descobrir se um menino ou uma menina está a caminho. Mas a importância do ultra-som vai muito além de satisfazer a curiosidade dos pais.

Tanto é que, ultimamente, a tecnologia usada pelos laboratórios tem se sofisticado cada vez mais. O ultra-som 3D, que reconstrói as imagens do bebê em três dimensões (um avanço comparado aos borrões que apareciam na tela há alguns anos e exigiam muita imaginação para serem decifrados).

Ainda mais moderno, o ultra-som 3D em tempo real mostra o bebê como em filme. Os detalhes das mãos, pés, da cabeça... tudo aparece em detalhes. Mas as imagens estão bem longe de lembrar anúncios com bebês fofos e gordinhos. Ao contrário, elas podem até assustar um pouco. Mas servem para conter a curiosidade dos pais mais afoitos, loucos para ver o rosto que está por chegar.

Por meio do ultrassom, o médico acompanha a posição, os batimentos cardíacos, o crescimento e a formação da criança e descobre se há sinal de malformações e síndromes genéticas, como a de Down. A placenta e o líquido amniótico são analisados, além do comprimento do colo do útero (menos de 2 centímetros indica risco de parto prematuro). “Pela circulação sanguínea, o médico identifica riscos de a mãe desenvolver hipertensão”, afirma o obstetra Carlos Bortoletti, coordenador do Centro de Medicina Fetal do Hospital Santa Catarina, em São Paulo.

Morfológico: Ele se repete no primeiro e no segundo trimestres – entre a 12ª e a 14ª semana e da 20ª à 22ª. Fornece imagens detalhadas, que possibilitam rastrear síndromes, malformações e doenças congênitas.

Transvaginal: Feito entre a sexta e a 12ª semana, mostra o desenvolvimento e a localização do embrião, descartando o risco de uma gravidez anômala.

Obstétrico: É o mais comum e será repetido várias vezes a fim de confirmar a idade gestacional e acompanhar a evolução do bebê e da placenta.

Ultrassom com doppler: Acontece a partir da 32ª semana e avalia a vitalidade do bebê. Verifica o fluxo de sangue e de oxigênio para o feto e para a placenta. Indica se vai tudo bem com as artérias uterinas – alterações alertam para hipertensão ou pré-eclâmpsia.

3D e 4D: O 3D dá noção de profundidade, o que melhora a nitidez da imagem (nele você vê pela primeira vez as feições do filhote). Já o 4D – ou 3D em tempo real – faz uma varredura contínua do útero, permitindo acompanhar os movimentos do bebê.

Para os médicos, no entanto, há pouca diferença nas informações obtidas de um para o outro. O tradicional ultra-som 2D fornece as informações de que precisamos para o acompanhamento seguro da gestação , afirma o ginecologista Eder Viana, do Laboratório Lego - especializado em saúde da mulher.

Fonte: Bebê.com

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