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Mitos e verdades sobre o leite na dieta infantil

Mitos e verdades sobre o leite na dieta infantil

Não é de hoje que sabemos da importância do leite para o desenvolvimento das crianças. Mas, com a diversidade de produtos, é normal ficar confuso sobre qual comprar, como oferecer ou com quais alimentos combiná-los. Para acabar com suas dúvidas, os especialistas falam sobre o leite.

Por que o leite é tão importante para os bebês e crianças?
O leite é o alimento com maior concentração de cálcio, mineral que age diretamente na formação da massa óssea. E cerca de 70% dela é formada até a adolescência. Por isso, ele se torna um alimento fundamental durante a infância. Além disso, possui uma série de nutrientes que também são importantes para o desenvolvimento da criança. Sem ele, há o risco de surgirem deficiências nutricionais que podem prejudicar todo o crescimento.

Quais nutrientes ele oferece?
Nem só de cálcio é feito o leite. Ele também é rico em:
Proteínas, cuja função regeneradora repõe células e tecidos do organismo. Potássio, mineral importante para o equilíbrio dos fluidos corporais e as contrações musculares. Fósforo, vital para a mineralização óssea e o fornecimento de energia para as células. Magnésio, que auxilia na absorção das proteínas e nos processos biológicos do corpo. Vitamina A, que aumenta a imunidade, combate doenças de pele e melhora a visão. Vitamina B1, que ajuda no funcionamento cerebral e cardíaco.Vitamina B2, que protege contra a anemia. Outras vitaminas do complexo B, que ajudam no crescimento e no ajuste do sistema imunológico.

Qual a quantidade ideal para ser consumida diariamente?
Para garantir o consumo de nutrientes necessários ao crescimento da criança, o leite deve ser ingerido nas seguintes quantidades, diariamente: Até os seis meses - aleitamento materno sob livre demanda. No caso do uso de fórmulas infantis, o ideal é de 700 a 1000 ml, dependendo da fase de lactação.
Dos 6 aos 12 meses – De 500 a 600 ml, dividido em três vezes.
De 1 a 6 anos – Um total de 600 ml, dividido em três vezes.

Qual o melhor tipo de leite para as crianças?
Antes dos dois anos, a criança deve ser amamentada ou tomar fórmulas desenvolvidas para essa faixa etária. Depois disso, caso não haja restrições, como alergias e intolerâncias, ela pode experimentar o leite de vaca. O do tipo integral é o mais adequado porque possui uma boa quantidade de gordura, nutriente responsável pela formação de tecidos cerebrais e hormônios e por regular algumas funções metabólicas. Além disso, também oferece as calorias adequadas para o desenvolvimento, nessa fase.

Vale a pena investir em produtos fortificados com vitaminas e minerais?
Geralmente, não há necessidade, apesar de o apelo dos fabricantes ser bastante forte. Se a criança tem uma alimentação equilibrada e variada, não há porque comprar alimentos com vitaminas e minerais extras.

Como servir o leite?
No caso das fórmulas infantis, siga as instruções da embalagem sobre a quantidade de pó e água. Lembre-se que essa última deve ser filtrada. Quando usar leite de vaca fresco, ferva durante três minutos, pelo menos. O do tipo longa vida pode ser consumido sem ferver. Os três podem ser guardados na geladeira por até 24 horas, desde que não tenham entrado em contato com saliva. Sobras do copo e da mamadeira devem ser dispensadas.

Os derivados do leite podem substituí-lo?
Quando o assunto é cálcio, podem, sim. Iogurtes, queijos, bebidas lácteas cumprem o papel de fornecedores, mas as quantidades de cada produto não são equivalentes. Ao invés de três copos de leite por dia, a criança pode consumir dois e trocar o terceiro pelos derivados.

O que são e como lidar com a intolerância à lactose e a alergia à proteína do leite?
Primeiro, é bom saber que se trata de dois problemas bem diferentes. A intolerância aparece quando o organismo não produz a quantidade correta de lactase, enzima intestinal responsável por digerir a lactose, o açúcar do leite. Como ela não é bem digerida no intestino, sofre uma fermentação de bactérias, o que resulta em sintomas como vômitos, diarreia e distensão abdominal. Geralmente, a intolerância aparece na fase pré-escolar.
A alergia à proteína do leite de vaca acontece por conta de uma resposta exagerada do sistema imunológico à presença da tal proteína. O problema costuma ser detectado cedo, durante o primeiro ano de vida ou no momento que a criança entra em contato com o leite. A alergia pode causar sintomas como diarreia, vômitos, dermatite, urticária, anafilaxia, crise de asma, entre outros. A vantagem é que, em 85% das vezes, ela se resolve sozinha, por volta dos 3 anos. O tratamento é a retirada completa de leite e derivados da dieta . Existem leites em pó infantis especiais, feitos com proteínas altamente hidrolisadas e, portanto, com menor potencial alergênico do que uma proteína intacta. Para casos graves, existem fórmulas à base de aminoácidos que são os componentes estruturais da proteína.

Com informações do site Bebê.

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