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Tudo para seu filho brincar na água sem problemas

Tudo para seu filho brincar na água sem problemas

A estação das brincadeiras nas praias e piscinas começou. Com ela, chega também uma série de perigos trazidos pelas altas temperaturas e a umidade. Para seu filho não perder a diversão, preparamos uma série de cuidados para as crianças curtirem o verão de forma segura.

Operação xixi na piscina
Quando a piscina infantil está quentinha, sempre bate aquela dúvida: será que outras crianças fizeram xixi? Precisa sair da água? Na verdade não, pois a urina não é o vilão. O que mais pode causar vermelhidão e coceira na pele é o excesso de cloro. Por isso, é importante tirar sungas e biquínis molhados o quanto antes, já que eles também podem causar irritações genitais e facilitar cistites e infecção urinária. Se seu filho sentir ardência nos olhos e não quiser usar óculos de natação na piscina, lave bem com água filtrada ou soro fisiológico e aplique uma gota em cada olho de colírio lubrificante, os do tipo lágrima artificial, que usam a mesma fórmula para adultos e crianças. E para evitar que seu filho beba água com cloro ou xixi alheio, ensine-o a nadar de boca fechada.

Cada um com sua toalha
Depois das brincadeiras na água, é comum que seu filho divida a toalha com um amigo ou mesmo com o irmão. Porém, isso não é o ideal. O motivo é a transmissão da conjuntivite, que é comum no verão com as altas temperaturas e aglomerações de pessoas nas praias, parques e piscinas. Preste atenção aos sintomas: vermelhidão ocular, secreção amarela ou esverdeada e lacrimejamento maior. Sempre consulte um especialista para confirmar o diagnóstico e começar o tratamento.

Sempre seco
Do mar para a piscina, do banho de mangueira para o chuveiro, não tem nada mais gostoso do que brincar na água nesses dias de calor! Porém, se o corpo do seu filho estiver sempre molhado, especialmente entre os dedos das mãos e dos pés, é grande o risco de aparecerem frieiras. Confira as dicas de Kerstin Abagge, presidente do Departamento de Dermatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, para evitar esse incômodo:
Quando acabar a brincadeira na água, seque bem os vãos dos dedos dos pés e das mãos. Nos bebês, não se esqueça das dobrinhas.
Oriente seus filhos a sempre calçar os chinelos na saída da piscina e nos vestiários.
Nos bebês que ainda usam fraldas, o ambiente inevitavelmente fica mais úmido, mesmo sem contato com a urina. Por isso, é importante trocar com mais frequência.

Banho sujinho
Sabe a água que sai dos canos e chuveiros das praias? Em muitos casos, elas não vêm da rede pública e não são tratadas. E aí a brincadeira pode se transformar em caso sério. Se a água não é potável e clorada, pode conter coliformes fecais e bactérias, ainda que tenha boa aparência. Mas, se não tiver outro jeito para uma ducha rápida, não deixe que seu filho beba dela, pois a contaminação acontece principalmente pela ingestão.

Com informações do site Revista Crescer.

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