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Como falar de dinheiro com os filhos?

Como falar de dinheiro com os filhos?

Se você tem dúvidas sobre como falar de dinheiro com o seu filho, confira as dicas que selecionamos para você. 

Uma criança de 7 anos está apta a lidar com o dinheiro? Se para muitos pais a resposta é um definitivo não, especialistas afirmam que a maturidade de cada criança é que dita a regra. 

A mesada, ou semanada, dependendo da idade do seu filho, é um instrumento educativo e todo cuidado é pouco para não cair na tentação de se tornar o único instrumento de premiação ou castigo. Se você tem dúvidas sobre como falar de dinheiro com o seu filho, confira as dicas abaixo:

A partir de que idade a criança já pode começar a receber mesada?

Dependendo do grau de maturidade da criança , e ninguém melhor do que os pais para avaliar o nível de cada filho -, pode ser que a partir dos 7 anos ela já possa receber uma semanada, enquanto uma de 10, não. É o que afirma o especialista em finanças Marcelo Blay, sócio-fundador da mINUTO Seguros. 

Mesada ou semanada?

A mesada é mais indicada para crianças maiores, enquanto a semanada, aos mais novos. "A mesada deve começar a partir dos 13 anos, porque o pensamento já começa a ser capaz de lidar com operações racionais abstratas. Logo, estimular o cérebro a se organizar é um grande incentivo às operações lógico-matemáticas, além da responsabilidade e controle que devem ser exercitados nesta fase etária", explica a educadora e psicopedagoga Adriana Fóz.

Segundo ela, perto dos 10 anos pode ser dado a semanada. "Pois já é um ensaio para quando a criança estiver operando seu raciocínio no concreto, ou seja, em atividades e coisas mais presenciais. Períodos mais curtos são mais aconselháveis", afirma. Uma dica para os pais que têm filhos nessa faixa etária é abrir uma conta na poupança: além de garantir economias para a criança, ela começa a circular no universo do poupar e economizar. "Já com crianças ainda menores, o interessante é incentivar o 'porquinho', por exemplo", sugere.

Como calcular o quanto dar de mesada ao filho?

Enquanto alguns especialistas sugerem que o cálculo da mesada é R$1, por idade, por semana, até 11 anos - ou seja, uma criança de 9 anos receberia, por semana, R$9 -, nem sempre esse montante faz parte da realidade de todas as famílias. "O ideal é pensar no poder aquisitivo de cada família", diz Marcelo Blay.

O dinheiro da criança: o pai paga o sorvete, ou o filho tira da mesada?

Algumas famílias adotam grupos de despesas que são de responsabilidade dos pais, e outros que estão na categoria da mesada. A alimentação e o material escolar, por exemplo, não devem ser retirados da mesada. "Já as figurinhas para aquele álbum tão badalado ou um sorvete fora de hora se enquadram na categoria de coisas para as quais a mesada se presta", explica Blay. 

Outro exemplo do especialista financeiro: "Comprar um tênis que está velho ou que ficou pequeno é obrigação dos pais. Uma chuteira nova que está na moda e todos os meninos da escola já têm, está na categoria da mesada. Ou melhor, da necessidade de aprender a poupar a mesada para conseguir, após um tempo, e ter o prazer de comprar 'sua própria chuteira'. Este é um momento muito importante para mostrarmos aos nossos filhos que a vida é feita de escolhas.".

Aprender a economizar faz bem para o desenvolvimento de outras habilidades

"Treinar a impulsividade, a valorização dos bens e suas próprias aquisições é um dos benefícios da mesada", explica Andriana Fóz. Isso porque o cérebro infantil precisa aprender a lidar com limites para sua melhor performance e competência. "Dar oportunidade do ganho da semanada, onde também inclui o aspecto de 'economizar', é muito saudável", garante.

Mas o uso da mesada como premiação ou moeda de castigo é correto? "O correto é fazer da mesada ou semanada um instrumento educativo. O limite e o não fazem parte de uma atitude educativa", diz Adriana Fóz. Sobretudo quando uma criança quer o último modelo de videogame recém-lançado, por exemplo. "É aniversário? Há uma razão especial? Se não, é uma oportunidade de exercitar o controle de impulsos", explica a educadora.

Com informações do site GNT.

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