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Medos infantis, até que ponto é normal?

Medos infantis, até que ponto é normal?

O medo é natural a todos os seres humanos, pois faz parte do desenvolvimento infantil ter medo do escuro, trovões e monstros. As crianças que não têm medo algum, devem ser observadas assim como as que têm medos extremos.

“Os medos estão ligados às etapas do desenvolvimento que as crianças inevitavelmente irão passar”, tranquiliza a psicóloga Ana Carolina Andrade Coelho, especialista em psicoterapia de infância e adolescência.

O medo de trovões e tempestades, por exemplo. Ele é típico de uma fase entre os dois e os quatro anos, quando a criança está percebendo que não tem controle sobre todos os eventos do mundo. Ela vive um conflito entre aceitar e negar essa realidade.

“A criança tem a ilusão de que cria o universo e domina o ambiente. O trovão vem como ameaça a essa onipotência. A descoberta de que o mundo é maior do que ela imaginava gera resistência e ansiedade. Isso tem a ver com todo o processo de reconhecimento da autoridade e de regras” explica a doutora em Psiquiatria Fernanda Serralta.

O papel do adulto é ajudar a criança a superar seus medos sem sequelas. Isso é preocupante quando o medo existe mesmo quando não há ameaça presente.

Em muitos casos, em vez de ajudar, o adulto cria a dificuldade. Para começar, há uma tendência de que a criança reproduza os temores, ansiedades e inseguranças que observa nos pais. Se na hora de buscar o filho na escola a mãe embarca no carro tremendo, com medo de ser assaltada, fica difícil evitar que a criança também se torne tensa. Outra forma prejudicial de agir é educar a criança por meio de ameaças.

“Não podemos dizer para a criança que não existe bruxa debaixo da cama quando ela chora no quarto e, na manhã seguinte, ameaçar que a bruxa vai pegá-la se ela não comer. Lamentavelmente, vejo acontecer muito isso no meu cotidiano profissional”, diz a psicóloga Solange Lompa Truda.

“Todo tipo de sofrimento físico e psíquico causado aos filhos pode gerar medo e marcar a criança pela vida toda. Educar em cima do pressuposto do medo é algo extremamente danoso e com consequências psíquicas e sociais já comprovadas” acrescenta a psicóloga Luciana Suárez Grzybowski, professora da Unisinos.

Com informações do Site Zero Hora.

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