Facebook do XerebeleTwitter do XerebelePinterest da XerebeleInstagram da Xerebele
Bem Vindo João Pedro e Vinícius Nicole Pietra João Lucas Ana Júlia Paulo Marcelo e Paulo Arthur
Nicole3 Nicole3 Nicole3 Nicole3 Nicole3 Nicole3 Nicole3

Novidades

Como identificar e tratar as cólicas nos bebês

Como identificar e tratar as cólicas nos bebês

Ninguém resiste a um bebê, até a hora que ele começa a chorar. Até os três anos é difícil identificar o que eles precisam principalmente se for o primeiro rebento. Nesse momento, respire fundo, mantenha a calma e use o eficiente método da exclusão: veja se está com fome, frio ou calor ou se está sujo, se não for nada disso e o choro continuar, há uma grande possibilidade de ser cólica.

As cólicas são comuns em bebês principalmente a partir dos 15 dias até o terceiro mês de vida. Segundo o Dr. Jorge Huberman, pediatra e neonatologista do Instituto Saúde Plena e do Hospital Albert Einstein, em São Paulo normalmente as cólicas acontecem no mesmo horário no período da tarde. “É uma sensação nova para eles e dói muito”, continua o especialista. “A cólica é relacionada a uma imaturidade neurológica do intestino, que se contrai e relaxa de maneira incoordenada e causa a cólica”. “No final do dia, como seu intestino já contraiu e descontraiu demais, as cólicas tendem a aparecer com mais frequência”, completa a Dra. Lygia Coimbra, chefe da UTI pediátrica do Hospital VITA Curitiba.

Mas como saber se é cólica mesmo?

Além de prestar atenção no horário, existem algumas dicas que o nenê dá para saber se o motivo do choro é essa dorzinha: “O choro de cólica é estridente. Observe as seguintes características: o bebê fica inquieto, com rosto vermelho, fazendo caretas, se contorce e encolhe as perninhas até a barriguinha”, orienta o Dr. Huberman. A barriga fica endurecida e as mãos ficam com os punhos fechados. A criança elimina gases, e geralmente depois disso os sintomas melhoram. “É importante ressaltar que a cólica não significa doença e nem traz consequências à saúde do bebê”, diz a Dra. Coimbra.

O que fazer?

• Fique calma, deite-o de bruços e embale-o no braço. Essa posição auxilia na eliminação de gases, que causam as dores, mas requer sempre a supervisão de um adulto.
• Coloque a barriga do nenê em contato com o seu abdome: o aquecimento local ajuda a aliviar os sintomas.
• Pode ser usado um pano esquentado a ferro ou bolsa de água quente (a qual nunca deve ser colocada direto na pele dele, pois pode provocar queimaduras!).
• Deixe o ambiente aconchegante, à meia luz, sem muito barulho.
• Apesar de o peito acalmar a criança, evite amamentá-la durante a crise, pois a sucção estimula as contrações intestinais, que agravam as dores.
• Faça ginástica com as perninhas do bebê como se ele estivesse "pedalando" e massageie sua barriga com as mãos aquecidas. Se quiser, pode usar um pouquinho de óleo de bétula ou de amêndoas, com movimentos circulares durante 2 minutos, de 4 a 5 vezes por dia. Isso o ajuda a não ter cólicas e a aliviar a dor na hora das crises.
• Caso as cólicas continuem intensas, consulte o pediatra.
Lembre-se:
• Coloque-o bem inclinado para se alimentar, arrotar após as mamadas e faça-o dormir de lado.
• Fique atenta ao hábito intestinal: se o nenê ficar muito tempo sem evacuar, ou parar de eliminar gases, comunique o pediatra.
• Fique atenta se perceber que quando come algum tipo de alimento seu bebê tem cólica. Evite esse alimento pelo menos até os 3 meses de vida dele.

Os agressores mais comuns são laticínios, chocolate, cafeína, melão, pimentão, frutas e sucos cítricos e alimentos condimentados.
Alimentos mais gordurosos, embutidos, frituras, bebidas com gás também podem predispor à cólica.

Com informações do site Criança saudável e feliz.

Outras Novidades

Newsletter

Cadastre seu e-mail e fique por dentro de todas as novidades.

www.xerebele.com.br

Av. Washington Soares, 4040
Loja 18 - Shopping Molina
(85) 3022.0602

Mauna Comunicação Interativa