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A importância do ácido fólico antes, durante e após a gravidez

A importância do ácido fólico antes, durante e após a gravidez

Se você estiver planejando ter um filho, seu médico deve receitar o ácido fólico antes mesmo de você engravidar. Especialistas recomendam o consumo de ácido fólico 30 dias antes de engravidar e o seu uso deve continuar por toda a gestação. A recomendação é interromper o uso desse ácido entre dois e três meses após o parto. Durante a gestação é preciso mais atenção, pelo menos 0,4 miligrama ao dia, portanto, somente na alimentação não é suficiente.

O ácido fólico é uma vitamina do Complexo B que influencia diretamente na prevenção de malformação do tubo neural, como espinha bífida (exposição da medula espinhal) e anencefalia (quando o bebê nasce com apenas parte ou completamente sem o cérebro, levando à morte).
Segundo a Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), a malformação fetal é uma das principais causas de morte neonatal no mundo, ficando atrás apenas de malformações cardíacas.

Em caso de anencefalia não há tratamento. Já nas situações de espinha bífida, 40% das crianças acabam morrendo. Para quem sobrevive, as sequelas podem variar entre retardo mental, incontinência urinária e dificuldade no movimento das pernas. Caso o ácido fólico seja recomendado e a mulher siga as instruções tomando a dose determinada pelo médico, a probabilidade de malformação no fechamento do tubo neural diminui cerca de 70%, o que também contribui para a redução da mortalidade neonatal.

Em 2012 foi realizada uma campanha incentivando a indicação de ácido fólico além da própria alimentação. Segundo o ginecologista e presidente da Febrasgo, Eduardo Borges da Fonseca, filho de Ivo e Valéria, que também é idealizador da campanha, os estudos indicaram que apenas 5% das gestantes brasileiras utilizavam ácido fólico. Por isso, médicos foram instruídos e mais de 300 panfletos sobre a importância do suplemento foram distribuídos à população.

“A população e os médicos devem valorizar a prevenção. O que acontece muito é que as pessoas só percebem o alto risco quando estão vivendo os problemas”, afirmou Fonseca.

Com informações da Revista Pais e Filhos.

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