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Benefícios da natação infantil

Benefícios da natação infantil

Visite qualquer escola de natação para bebês e o que você verá é um grupo de pais brincando e cantando alegremente ao lado de uma dezena de pequenos sorrindo felizes e interagindo com a água com uma desenvoltura que impressiona. Braçadas, pernadas, mergulhos e brincadeiras na piscina ganham um sentido muito mais profundo do que apenas divertir: são as bases para construir aptidões dentro e fora da água. E, ao que tudo indica, a ciência está ajudando a provar que nunca é cedo demais para aprender uma nova habilidade.

Há evidências cada vez mais fortes de que os benefícios da prática precoce da natação ainda são observados anos mais tarde. Desde 2009, uma pesquisa australiana da Universidade Griffith, a maior já realizada no mundo, acompanha 10 mil crianças menores de 5 anos.

Resultados preliminares revelaram que aquelas que fizeram aulas desde cedo chegaram à fase pré-escolar com um ganho significativo no desenvolvimento cognitivo, intelectual e físico. Segundo Robyn Jorgensen, uma das responsáveis pelo amplo estudo, os pequenos nadadores não apenas parecem ganhar confiança como são mais espertos, inteligentes e se relacionam melhor com outras crianças.

Ai, que soninho...
Especialistas concordam: a natação é a primeira atividade física que os bebês podem fazer. “Eles conseguem participar das aulas antes mesmo de aprender a andar”, relata o pesquisador australiano Robyn Jorgensen. Se a idade ideal para começar ainda é alvo de controvérsias, há consenso entre pediatras e professores de Educação Física sobre os benefícios. “A exposição à água, que massageia a pele do bebê, e o contato com a pele da mãe ou do pai, transmitindo conforto e segurança, remetem o pequeno à vida intrauterina, propiciando prazer e bem-estar”, explica José Fontanelli, professor de Educação Física que há 39 anos se dedica à natação para bebês e criador do método Affective Baby Swimming, pelo qual já passaram mais de 10 mil crianças pequenas.

A idade certa para começar
Não há um consenso. Para a sociedade brasileira de pediatria (SBP), é a partir dos 6 meses. “É uma questão de amadurecimento neurológico e motor”, explica o dr. Abelardo. “Nessa fase, os bebês já sustentam bem a cabeça, viram sobre si mesmos e têm firmeza para se equilibrar sentados, habilidades motoras necessárias para o bom desempenho em meio líquido.” Além disso, provavelmente estarão imunizados contra alguns agentes. A Academia Americana de pediatria, por outro lado, recomenda iniciar a natação acima de 1 ano. E isso depois de rever sua posição de indicar apenas para crianças com mais de 4 anos, mantida até dois anos atrás. “Como não há concordância mundial, pais, com o pediatra, devem decidir. As crianças não estão prontas para a natação até que eles estejam”, declara steve Graves.

Qual a duração ideal de cada aula?
Bebês se cansam facilmente, portanto, entre 20 e 30 minutos é o ideal. Mas, segundo o professor Poli, é importante perceber sinais de fadiga e frio. Quando eles alcançam 1 ano, 1 ano e meio, cada aula costuma ter até 45 minutos.

Quando os pequenos podem ficar na piscina sem o suporte dos pais?
Varia. Algumas escolas permitem ficar na piscina sozinho com o professor a partir de 2 anos, enquanto outras, a partir dos 3. “Lembrando que sempre deverá ser monitorada”, recomenda Gustavo Borges. Renata alerta que, dentro da água, a criança nunca deve estar mais afastada dos pais do que a distância de um braço.


Fonte: Bebe.Abril

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